O amor existe sim. Existe, existe! Caramba, depois de tantos dias cinzentos, de angústia, mágoa, até um certo rancor, eu hoje vejo que o amor existe. Não, não é que eu esteja amando, mas aprendi a ver o amor. A ver como o namorado da minha amiga a olha, como a namorada de um amigo o olha, a ver como a namorada de uma amiga a olha e a como o namorado de um amigo o olha.
Amor assim, puro, gratuito, daqueles que faz seus olhos brilharem ao vislumbrar o ser amado e beijar sem pudor em qualquer ambiente. Amor doce, amor de abraço e cafuné.
É bom ver isso, me emociona. Ainda que eu não tenha dado a sorte de encontrar alguém para amar, é lindo saber que existe, que não é uma alucinação coletiva impostas por padrões distorcidos.
O amor é lindo, né? Não sei se é por eu ser uma romântica boba, mas só de falar dele eu fico com um sorriso de orelha a orelha. O amor é tão doce, precioso, cuidadoso! Bonito em todas as suas variadas formas. O eterno, o efêmero, o por etapas. Amando loucamente ou serenamente, o amor nos felicita. Por fazer bem quimicamente com a troca de substância no beijo, no sexo, por descompassar o coração. Por bambear as pernas!
Ah, na boa, o amor é lindo e triste é quem não vê isso. Quem não sente isso. Quem não se permite isso!
Espero um dia amar, pois se já fico feliz só observando essa beleza toda, imagina tê-la dentro de mim. Numa boa mesmo, desejo amor para todos vocês. Reguem a vida com isso.
No mais, sem moralismos ou sentimentalismos baratos. Amor é amor, e sinta-o ou observe-o para ver tanta beleza entre xs humanxs.
Feliz mesmo sou eu, hoje, depois de recarregar minhas energias de esperanças no mundo ao saber disso.
Vida longa ao amor!
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